Na hora lembrei de um dos meus mesmos dias de ensaio, em que percebi que fotografar é uma das minhas formas de servir .
Quando intencionalmente deixa de ser clichê
A palavra propósito pode até ter se tornado clichê nos últimos anos, mas para mim, ela continua sendo a propriedade perfeita do que significa viver compatível com quem somos e com aquilo que faz bem.
Sabe aquela atividade em que você mergulha de tal forma que perde a noção do tempo? Para mim, essa atividade é a fotografia.
E foi justamente o que Rick Warren reforçou no livro:
“Dons espirituais e habilidades naturais são sempre confirmados pelos outros.”
E foi exatamente assim que minha trajetória começou. Antes de mim, a fotografia inicial, foram os amigos e parentes que enxergaram esse talento em mim. Eles pediram fotos, elogiaram meu olhar e, pouco a pouco, fui entendendo que aquilo não era apenas um hobby — era parte do meu chamado.
Talento exige evolução constante
Mas o autor também faz um alerta importante: ter um talento não significa que não precisamos estudar ou nos desenvolver . Pelo contrário — é um convite para crescer ainda mais naquilo que Deus nos confiou.
Eu sinto isso na pele. Cada ensaio, cada curso, cada experiência me mostrou que a evolução nunca acaba. E eu sigo aprendendo, ajustando, crescendo.
A diferença é que o motivo não sou eu. É você.
Meu propósito é servir ao meu chamado te entregando o melhor da minha fotografia — não apenas imagens bonitas, mas fotos que posicionam sua marca e traduzem sua essência .
E você, como tem usado o que Deus te deu?
No fim do capítulo, sempre há uma reflexão. No dia 32 foi:
Qual a melhor maneira de usar o que Deus te deu?
Para mim, a resposta é clara: fotografar com propósito, ajudar pessoas e marcas a se posicionarem com verdade e danos.
E para você? Como está colocando seus talentos em ação?

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